Mostrando postagens com marcador ativismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ativismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Segundo turno: Pra que te quero?













Por Taís González

No período que antecedeu a votação do primeiro turno das eleições municipais de São Paulo,os voluntários do Greenpeace foram atrás dos principais candidatos à prefeitura da cidade para apresentar a proposta de Lei sobre o Desmatamento Zero, além de cobrá-los um maior comprometimento com o meio ambiente. O resultado foi surpreendente, a maioria dos candidatos assinaram, menos José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

Serra ficou com a proposta completa e disse que iria analisá-la. Não é a primeira vez que Serra se recusa a se comprometer com as questões ambientais. O candidato não assinou o compromisso com o Desmatamento Zero e com o incentivo à energia renovável quando concorrida à presidência da república, em 2010.




Haddad também quis analisar o projeto de Lei e se comprometeu em assinar depois de ler toda proposta. Ele fez um convite aos nossos ativista, o de procurá-lo em uma segunda oportunidade. Nós fomos. Haddad, no dia 05 de outubro, foi abordado por nossos ativistas e simulou a assinatura. É uma pena ver que os concorrentes do segundo turno das eleições não se comprometem, de fato, com as questões ambientais da nossa São Paulo.

Veja como foi a blitz dos candidatos à prefeitura de São Paulo:
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/10/acao-com-os-candidatos-prefeitura-de.html
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/09/acao-com-candidatos-prefeitura-de-sao_22.html
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/09/acao-com-candidatos-prefeitura-de-sao_11.html
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/09/acao-com-candidatos-prefeitura-de-sao.html





sexta-feira, 21 de setembro de 2012


Participe você também, 

ASSINE PELO DESMATAMENTO ZERO

Juntos podemos levar para o Congresso uma lei popular pelo fim da destruição das florestas. Entre na Liga das Florestas. Assine, compartilhe, ajude a salvar a flora e a fauna nacionais e participe da construção de um futuro verde para o Brasil.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ação com candidatos à prefeitura de São Paulo 2

Ontem foi a vez de Soninha Francine (PPS), assinar a proposta do Projeto de Lei sobre o Desmatamento Zero e conversar com nossos ativistas. A candidata posou para foto com o banner da campanha com a frase: "Eu apoio o Desmatamento Zero". O objetivo da "blitz" é cobrar dos políticos pretendentes ao cargo de prefeitos da cidade de São Paulo, um maior comprometimento com as questões ambientais.


Ativistas do Grupo de Voluntários do Greenpeace Brasil, São Paulo, cobram posicionamento referente ao Projeto de Lei Desmatamento Zero. Por Lanther Lincoln

Veja os outros candidatos abordados: http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/09/acao-com-candidatos-prefeitura-de-sao.html

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ação com candidatos à prefeitura de São Paulo

Taís González

Os voluntários do Grupo de São Paulo do Greenpeace Brasil foram atrás dos principais candidatos à prefeitura de São Paulo nesta quinta-feira, dia 06 de setembro. O objetivo foi o de cobrar por um maior comprometimento com as questões ambientais.
No período da manhã Celso Russomanno (PRB), assinou proposta do Projeto de Lei sobre o Desmatamento Zero, conversou com nossos ativistas e posou para foto com o banner da campanha com a frase: "Eu apoio o Desmatamento Zero".
Ativistas do Grupo de Voluntários do Greenpeace Brasil, São Paulo, cobram posicionamento referente ao Projeto de Lei Desmatamento Zero. Por Lanther Lincoln
Ativistas do Grupo de Voluntários do Greenpeace Brasil, São Paulo, cobram posicionamento referente ao Projeto de Lei Desmatamento Zero. Por Lanther Lincoln
No período da tarde foi a vez de José Serra (PSDB) conversar com nossos ativistas, porém, não assinar a petição. O político ficou com a proposta completa do Projeto de Lei e disse que irá analisá-la.

Ativistas do Grupo de Voluntários do Greenpeace Brasil, São Paulo, cobram posicionamento referente ao Projeto de Lei Desmatamento Zero. Por Juliana Molás

Ativistas do Grupo de Voluntários do Greenpeace Brasil, São Paulo, cobram posicionamento referente ao Projeto de Lei Desmatamento Zero. Por Rodrigo Paiva

 Até o final do período pré-eleitoral, nossos ativistas buscarão outros candidatos para apresentar a proposta de Lei sobre o Desmatamento Zero e cobrar um maior comprometimento com o meio ambiente da nossa cidade.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Jovens pelo Clima

Por Lívia Ventura

Nos dias 10, 11 e 12 de setembro, jovens dos mais diferentes lugares do Brasil se reuniram em São Paulo para aprimorarem seus conhecimentos sobre mudanças climáticas e para se tornarem verdadeiros líderes pelo clima. O encontro foi promovido e coordenado pelas ativistas: Paula, Flávia, Kelly e Júlia da organização 350. A 350 visa fortalecer um movimento que une as pessoas para a busca de soluções para as mudanças climáticas e assim pressionar os governos para que façam a sua parte também.


Após se formarem na universidade, jovens americanos ambientalistas, para impulsionar o movimento pelo clima decidiram criar a 350. Cientificamente, 350 ppm (partes por milhão) é o limite de segurança para a quantidade de CO² na atmosfera. Atualmente estamos em torno de 392 ppm, o que evidencia a gravidade do problema. A Kelly, que estava presente no encontro, foi uma das jovens americanas que ajudou a formar a 350. Para que o movimento cresça cada vez mais, pessoas do mundo todo têm se envolvido na campanha do dia global para as soluções climáticas, que neste ano ocorrerá no próximo domingo, no dia 10/10/10. O dia mundial para as soluções climáticas mostra aos governantes que estamos fazendo nossa parte, mas e o que eles estão fazendo?


Tivemos palestras com pessoas envolvidas com a causa ambiental dos mais variados ramos, onde pudemos aprender, por exemplo, sobre o aquecimento global através da visão científica, o funcionamento das Conferências da ONU sobre meio ambiente e formas criativas de mobilização, liderança e iniciativa para realizar uma ação no dia 10/10/10. As meninas foram bastante corajosas ao organizar todo o evento, que deu mais do que certo. O mais legal é que não foi só o encontro que deu certo, mas o que cada um levou de volta consigo. Diria que criamos uma corrente do bem verde, que felizmente não sabemos onde irá parar e espero que não pare. Várias atividades no próximo domingo vão se concretizar graças ao encontro e aos esforços de cada um.


No site da 350 (http://www.350.org/pt/map) é possível encontrar atividades que ocorrerão no Brasil e no mundo. Aqui em São Paulo, o Greenpeace marcará presença no festival SWU.


O que mais gostei no evento, além do vínculo que criamos, foram as experiências que trocamos a partir da rica diversidade cultural que permeou o encontro. Espero que todas as ações ao redor do mundo conscientizem muitas pessoas e atinjam principalmente nossos governantes, e que ocorram vários outros encontros de jovens pelo clima, até que a maioria dos jovens seja pelo clima, e não indiferente a ele e ao nosso planeta.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Junichi Sato e Toru Suzuki - Nós também defendemos a liberdade!

Junichi Sato e Toru Suzuki podem passar um ano e seis meses atrás das grades japonesas. O tempo de cadeia foi oficialmente pedido pela promotoria do caso conhecido como Tokyo Two, na última sessão do julgamento. Se de fato condenados, este será o maior tempo de prisão para membros da equipe do Greenpeace.

Os dois ativistas estão submetidos a um julgamento coberto de contradições e mentiras por terem denunciado esquema de contrabando ilegal de carne de baleia no Japão. Em 2008, graças à denúncia anônima de um funcionário aposentado da Kyodo Senpaku, empresa dona de uma das frotas de pesquisa com cetáceos no Japão, começava uma investigação minuciosa sobre a venda da carne no mercado negro, com anuência da Agência Governamental de Pesca e do Instituto de Pesquisa de Cetáceos, órgão responsável por regular a caça científica.

O resultado da investigação comprovava o contrabando, mas o resultado passou longe do esperado. Um inquérito chegou a ser aberto, e arquivado e, pouco tempo depois, a denúncia foi distorcida. Começava aí um julgamento por roubo e invasão de propriedade contra os ativistas.

Durante o período, foram indas e vindas à Corte do país, que ouviu declarações contraditórias da tripulação do navio de onde a carne foi interceptada. Ora assumindo o contrabando, ora negando, ou mesmo dizendo não se recordar do assunto, as testemunhas deram ampla prova do caráter político e corrupto do julgamento.

Apesar do Conselho das Nações Unidas para Direitos Humanos ter condenado abertamente o julgamento e, principalmente, a prisão arbitrária por 26 dias a qual os dois ativistas foram submetidos no início do processo, a promotoria insiste em mais 18 meses de cadeia para Junichi e Toru.

“O que fizemos foi simplesmente expor a corrupção na indústria baleeira. Não roubamos a caixa da qual interceptamos a carne, pois não tínhamos interesse privado nela. Nossa atitude foi de interesse público”, afirmou Junichi Sato. “O que queremos hoje é garantir que a mensagem de que o governo japonês está pressionando dois ativistas que revelaram um crime dentro da indústria baleeira japonesa se espalhe pelo mundo”, complementa.
A sentença final do julgamento será lida no dia 06 de setembro.

segunda-feira, 26 de abril de 2010


Testemunho de uma ativista

Por Monique Tayla

Na última terça-feira, 20, cerca de 30 ativistas protestavam em frente ao prédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o intuito era chamar a atenção (e quem sabe impedir) o leilão que definiu o consórcio que construirá a usina de Belo Monte. No primeiro momento me senti em uma ação secreta, estilo espiões! Mas tive total confiança, para confirmar minha presença por telefone, quando a Rosi, coordenadora do grupo, me ligou no sábado a noite.

Fiquei impressionada com a assistência que o Greenpeace deu para os ativistas ao desenvolver de toda atividade, isso me passou total segurança, já que foi minha primeira "ação direta", senti que por pior que a situação pudesse chegar, eu estaria amparada por toda equipe. Parabéns mesmo, a segurança é essencial quando estamos no meio de uma ação, já que vamos preparados para o pior. Além disso, ver 350 policiais ao seu redor assusta um pouco... Para mim, as cinco horas de atividade passaram voando, quando me acorrentei estava preparada, física e psicologicamente, para umas 12h de "chá de chão”.

Foi bem pacifista, como toda atividade do Greenpeace, porém, infelizmente não conseguimos impedir o leilão. Mas me confortei pelo fato de termos atingido a mídia e assim, levar informação para população. A atuação do Madalena foi show, decidido e determinado. O contato com outros ativistas também foi muito bom, conheci uma galera de atitude e opinião!

Conversei com um amigo, que trabalha no meio do Amazonas estudando mamíferos aquáticos, e ele me falou que já é visível os impactos da destruição da floresta, tanto para fauna, quanto para população que não está sendo respeitada! Por isso e por tantas outras coisas, o protesto contra Belo Monte não pode parar. A cada dia, mais e mais pessoas abraçaram a causa!

A experiência de participar de uma ação como essa, me acrescentou muito como pessoa, valeu Rosi! Como sempre o Greenpeace me surpreendeu!!!