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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Greenpeace na Fiesta da Vila


A Fiesta da Vila inaugura o movimento pela construção e instalação de um parque ao longo do traçado do Rio Verde, hoje canalizado. O rio nasce na estação do Metrô e entra na Vila Madalena, percorrendo um trajeto sinuoso que passa pelos dois Becos do Graffit. No verão, época das chuvas, o rio transborda causando grandes preocupações à população local, além de ocorrências fatais em razão da violência dessas enchentes.

O Greenpeace apoia iniciativas como esta e estará presente na Fiesta da Vila, no feriado do dia 02 de novembro, das 10 às 18h, na Rua Belmiro Braga. O teatro da equipe de voluntários fará uma apresentação às 13h na Tenda da Praça do Beco. Esperamos por vocês com o nosso Trailer e Fogão Solar, petição do projeto de lei sobre o Desmatamento Zero e muita disposição para diálogos ambientais!

Serviço:
Fiesta da Vila
Data: 02/11
Local: Rua Belmiro Braga – Vila Madalena
Horário: das 10 às 18h
13h – apresentação teatral na Tenda da Praça do Beco
Participe!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Segundo turno: Pra que te quero?













Por Taís González

No período que antecedeu a votação do primeiro turno das eleições municipais de São Paulo,os voluntários do Greenpeace foram atrás dos principais candidatos à prefeitura da cidade para apresentar a proposta de Lei sobre o Desmatamento Zero, além de cobrá-los um maior comprometimento com o meio ambiente. O resultado foi surpreendente, a maioria dos candidatos assinaram, menos José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

Serra ficou com a proposta completa e disse que iria analisá-la. Não é a primeira vez que Serra se recusa a se comprometer com as questões ambientais. O candidato não assinou o compromisso com o Desmatamento Zero e com o incentivo à energia renovável quando concorrida à presidência da república, em 2010.




Haddad também quis analisar o projeto de Lei e se comprometeu em assinar depois de ler toda proposta. Ele fez um convite aos nossos ativista, o de procurá-lo em uma segunda oportunidade. Nós fomos. Haddad, no dia 05 de outubro, foi abordado por nossos ativistas e simulou a assinatura. É uma pena ver que os concorrentes do segundo turno das eleições não se comprometem, de fato, com as questões ambientais da nossa São Paulo.

Veja como foi a blitz dos candidatos à prefeitura de São Paulo:
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/10/acao-com-os-candidatos-prefeitura-de.html
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/09/acao-com-candidatos-prefeitura-de-sao_22.html
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/09/acao-com-candidatos-prefeitura-de-sao_11.html
http://greenpeacesp.blogspot.com.br/2012/09/acao-com-candidatos-prefeitura-de-sao.html





quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Domingo de votação e assinaturas

Por  Taís González
Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Mais de 540 mil brasileiros já assinaram pelo projeto de lei de iniciativa popular do Desmatamento Zero. Seguindo os moldes do Ficha Limpa, a ideia é chegarmos a 1,4 milhão de assinaturas, o que equivale a 1% do eleitorado brasileiro. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo de chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos e convidamos você a fazer o mesmo. Neste domingo, 07 de outubro, aproveite que estará com seu título em mãos para assinar a petição, os voluntários de São Paulo estarão em frente a estação de metro Santa Cruz, das 9h30 às 13h. Participe você também!
Use seu título para salvar as florestas!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Final de semana recheado


Final de semana recheado para a equipe de voluntários do Greenpeace de São Paulo. Muita movimentação no Dia Mundial Sem Carro, que será celebrado com Vaga-Viva na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista.  A partir das 10h, os voluntários propõe reflexão sobre o uso excessivo dos automóveis individuais e sobre a importância da criação de leis mais severas para proteger o meio ambiente e estarão com a petição do DesmatamentoZero.  O trailer Solar apresentará outras formas de produzir energia, por meio do vento e do Sol. A atividade vai até às 14h no local.

Serviço:
Dia Mundial Sem Carro
Praça do Ciclista – Avenida Paulista
Das 10h às 14h

*programação sujeita a alterações em caso de chuva
Confirme a presença no evento pelo facebook, identifique-se com um dos voluntários presentes  no evento e ganhe um adesivo especial. 



No mesmo dia o Greenpeace estará presente na Edição de 2012 do Dia da Responsabilidade Social, que será realizado no Centro Universitário Senac - Campus Santo Amaro, das 9h às 17h. Estaremos no espaço “Educação Ambiental do dia a dia", com a petição de Desmatamento Zero, fogão solar e gadgets solares. Os voluntários farão dois workshops: pela manhã, Rafael Amorim demonstrará como é fácil utilizar a energia do Sol para cozinhar com o “Fogão Solar”. Já no período da tarde, Karen Francis e Danielle Bambace provocarão sorrisos com o workshop “Clown”.

Serviço:

Dia da Responsabilidade Social
Av. Engenheiro Eusébio Stevaux, 823 - Santo Amaro - São Paulo – SP
Espaço: Educação Ambiental dia a dia
Das 10h às 16h
Confira a programação no site do evento. Clique aqui!


Participe!



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Participação na Feira da Vila Madalena



Este último final de semana os voluntários do Greenpeace Brasil, Grupo de São Paulo, marcaram presença na tradicional Feira da Vila Madalena, que ocorre anualmente no bairro. Exposição de fotos sobre o desmatamento, energia solar e os verdinhos foram os destaques do Greenpeace no evento.

Além da participação de voluntários de longa data, novos voluntários fizeram parte do time! Confira as fotos: https://picasaweb.google.com/113249250902595010329/35FeiraDaVila e o vídeo da atividade: http://www.youtube.com/watch?v=5Q82b6k8F_g&feature=youtu.be




terça-feira, 21 de agosto de 2012

Exposição Desmatamento Zero no III Congresso Internacional de Boas Práticas Socioambientais!


Taís González

Com o tema Economia Verde e Cultura de Sustentabilidade, o III Congresso Internacional de Boas Práticas Socioambientais!. ocorre a partir de hoje na Universidade Anhembi Morumbi - Vão livre - Unidades 6 e 7. O Greenpeace estará presente no evento com os nosso voluntários e DD´s colhendo assinaturas para a petição “Desmatamento Zero”, com a exposição Desmatamento Zero e com a participação de Marcelo Furtado, diretor executivo do Greenpeace Brasil, na palestra “Comunicação e Cultura de Sustentabilidade”, no dia 22, às 19h30.

Nomes como Ana Maria Wilheim, do Instituto Akatu; Ricardo Young, do Instituto Democracia e Sustentabilidade; estarão presentes expondo temas como: Economia Verde e Empreendedorismo, Ética e Cultura de Sustentabilidade, Comunicação e Cultura de Sustentabilidade, entre outros. A FIBoPS - Feira e Congresso Internacional surgiu para mobilizar lideranças, especialistas e gestores em torno das oportunidades e desafios que a nova configuração global impactada pela escassez dos recursos naturais e pelos fenômenos decorrentes das mudanças climáticas impõe a empresas e países. Em sua quinta edição, é considerada o maior intercâmbio internacional pró-sustentabilidade do país.

Confira a programação no link:

Serviço:
Local: Universidade Anhembi Morumbi - Vão livre unidades 6 e 7
Endereço: Rua Casa do Ator, 275 – Vila Olímpia
Horário: das 13h30 às 22h

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Relato de uma voluntária em sua primeira atividade fora de São Paulo


Saímos de São Paulo no último sábado, pela manhã, rumo ao Rio de Janeiro sem saber exatamente o que nos esperava, além da chuva, já anunciada pela previsão do tempo. Estávamos em quatro voluntárias, a Telma Borges, Taís González, Larissa Romandini (que nunca tinham ido ao Rio), e eu, em minha primeira viagem pelo Greenpeace. Depois de quase 500 km dando muita risada, percebemos que a nossa integração já estava mais do que acertada.

Chegando no hostel conhecemos os voluntários Francielli Galli, de Porto Alegre e Richard La Santrer, de Belo Horizonte, nossos companheiros de organização, ideais e quarto! O grupo somou com os voluntários do Rio de Janeiro na atividade que levou o Greenpeace à orla também de Salvador e do Recife, no último dia 15, para fazer um alerta dos perigos da exploração de petróleo em alto-mar.

Fomos muito bem recebidas pelo Pedro Torres, coordenador nacional de voluntários (ex-voluntário do Rio) e pela turma toda. Mesmo com a chuva fininha, fomos fazer um mini-tour por alguns lugares da cidade maravilhosa e na reunião, que começou na noite do dia anterior à atividade, conhecemos todos que participaram da ação no domingo, cerca de 30 voluntários.

Chegou o grande dia! Apesar do frio, estávamos lá, prontos para mostrar ao mundo que não podemos ficar de braços cruzados esperando que um novo acidente ocorra. Aos poucos, até o tempo foi melhorando, a população apareceu e o Greenpeace deu o seu recado! O vazamento do poço da empresa BP no Golfo do México (EUA) em abril deflagrou o maior desastre ambiental da história do país: cinco milhões de barris de petróleo no mar.

Foi uma experiência única. Conhecemos pessoas, a maneira de trabalho em outra região e acompanhamos como os “greenpecianos” atuam: com toda a garra, seja lá em que parte do planeta estiverem. É lógico que no Rio não podia ser diferente, o pessoal é demais! Caracas foi irado “meisxmo”!

Deixo aqui em nome das voluntas de Sampa um abraço para o pessoal do Rio! Esperamos vocês em São Paulo! Ah, e não podemos deixar de agradecer ao “anjo” Mikael, que nos acompanhou na volta e com muita paciência fez da viagem cansativa uma grande alegria!!!
Adriana Matangrano - Voluntária do Grupo São Paulo (ou Estrela-do-mar)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Greenpeace participa da 33ª Feira de Artes da Vila Madalena, com o tema: "A VILA É FICHA LIMPA"


Taís González

Os voluntários do Greenpeace participarão, pela segunda vez consecutiva, da Feira de Artes da Vila Madalena, que chega a sua 33ª edição. Com uma bem humorada cutucada na política nacional, o tema é "A VILA É FICHA LIMPA", no cruzamento das ruas Wizard com Fradique Coutinho, a partir das 9h.

Com a sua tradicional barraca verde, O Green estará presente com mais de 20 voluntários que explicarão para o público como as Energias Renováveis podem fazer parte do cotidiano das pessoas e sobre a importância da substituição do atual modelo energético para este, limpo e sustentável.

Para ilustrar, o Greenpeace leva à Feira quatro bicicletas tipo ergométrica que, com o pedalo gera energia. O público poderá testá-la e dar as suas pedaladas, gerando energia! Além disso, filmes e vídeos da organização serão transmitidos e toda a energia consumida no evento será gerada por placas solares. Para animar as crianças, às 11.30h - horário a confirmar -, haverá apresentação teatral com o tema de oceanos!

Serviço:
Feira de Artes da Vila Madalena
Onde – Esquina da ruas: Wisard e Fradique Coutinho, próximo ao palco.
Quando - 15 de agosto de 2010 –
Horas - 9h às 18h
Grátis

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mobilização: Código Florestal

No último final de semana, mais uma vez, os guerreiros do arco-iris foram às ruas para alertar e mobilizar a população sobre a importância de nossas florestas. Um assunto extremamente urgente, visto que nessa semana o projeto da bancada ruralista será analisado. Com uma crença inabalável no nosso ideal, fomos abordar as pessoas, pois sem dúvida alguma, acreditamos que uma população engajada faz toda a diferença, e assim mostrarmos que somos cidadãos conscientes e que estamos de olho nas intenções de nossos deputados.

A receptividade das pessoas foi muito positiva, as árvores e o homem motosserra foram bastante requisitados para saírem em fotos. Encontramos muitos estudantes a par das questões na Amazônia e, sobretudo, pessoas interessadas e preocupadas em relação ao meio ambiente e ao desmatamento.

Basta desse crescimento desenfreado, cego e, que por ser completamente antiético, tenta burlar as leis para continuar seu percurso devastador e inescrupuloso. Leis que são vistas como empecilhos para o progresso do agronegócio. Desmatar é simples, qualquer um pode fazê-lo. Agora quero ver nossos políticos lutarem pela preservação ambiental e pelo trabalho que a natureza levou séculos para construir e que rapidamente pode ser transformado em deserto. Mas afinal, se esse projeto for aprovado, o que realmente será conquistado? Em curto prazo, apenas lucro para alguns, em longo prazo, teremos perdido uma ótima oportunidade de mostrar que somos um país pioneiro no desenvolvimento sustentável e, que é possível sim conviver com a natureza pacificamente, e não torná-la nossa inimiga. Até quando seremos lembrados como o país que possui a maior floresta do mundo, nosso grande patrimônio e orgulho nacional?

Não podemos desistir e nem enfraquecer diante daqueles que querem devastar nossas florestas, pois se nos silenciar, não haverá ninguém para defendê-las. Estamos vivemos uma mudança de paradigma no mundo e é difícil mudar os hábitos, para todos. Entretanto, não devemos fechar os olhos para essa necessidade de mudança e continuar com uma visão atrasada, baseada em atitudes errôneas. Se não nos esforçarmos agora para construir um mundo melhor, amanhã as dificuldades serão imensas e não há nem certeza de que teremos a oportunidade de voltar e repensar nosso modo de vida. Isso porque não sabemos o quão drásticas poderão ser as consequências do aquecimento global.

Na atividade de ontem, um grupo do movimento hare krishna estava passando na paulista e interagiu conosco. Foi engraçado, o grupo dançou, cantou e girou em volta do “homem motosserra” até que nossa (ótima) atriz largou sua serra e aderiu a roda. Antes de qualquer partido político, religião ou crença que tenhamos, somos seres humanos, e como tais, desejamos viver em harmonia. Por isso, talvez não seja tão difícil repensarmos valores e hábitos e (re) avaliarmos a responsabilidade que temos perante nossas ações de hoje e como elas podem repercutir no futuro.

Será que estamos fazendo jus ao verde de nossa bandeira?

Livia Ventura
Voluntária grupo São Paulo

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Atividade – Código Florestal



Na expectativa de mais um fim de semana de atividade, acordei cedo neste sábado, dia 22 de maio, e me dirigi ao Parque Villa Lobos. Saindo do extremo da zona sul, das margens da represa de Guarapiranga rumei à zona oeste, a fim de pôr em prática toda a minha ideologia e o meu amor a causa. A caminho do parque, recebi uma mensagem em meu celular da coordenadora Rosi, tão engajada, determinada e animada, como de costume e o que me animou ainda mais. Com o briefing na ponta da língua me encontrei com meus irmãos e irmãs de voluntariado.

Um belo dia de outono nos aguardava, com sol lindo irradiando energias positivas, um céu de brigadeiro e um friozinho agradável, tudo caminhava para mais uma atividade de sucesso, de puro engajamento público e com muitas assinaturas em nossa petição sobre o Código Florestal.

O voluntário Marcelo Araújo e já tradicional Kombi da logística, nos aguardava com o material a ser usado, que ia desde a tenda até os informes impressos. Ajudamos a descarregá-los e começamos a montar toda estrutura da atividade. Tudo pronto, comunicação visual (faixas e back-drop) instalada na tenda e briefing feito pela Rosi, começamos a trabalhar.

“Voluntas” e Diálogo Direto (DD´s) trabalhando juntos, com o discurso afinado, renderam muitas assinaturas e várias filiações. As pessoas abordadas, em sua maioria muito simpáticas, nos escutavam e assinavam a petição. E quem não quer proteger as nossas florestas e manter nosso código florestal?

As fantasias, de “árvore” e de “homem-motosserra”, fizeram um enorme sucesso, principalmente com as crianças, claro. Com a performance impecável daqueles que as vestiram, a ilustrar tudo aquilo
que estávamos explicando.


A Karen, nossa voluntária mais teatral, ao se vestir de ´´mulher-motosserra´´, se superou e deu uma injeção de ânimo em todos à sua volta, no meio da tarde ela ainda tinha a mesma disposição de quando chegamos pela manhã. Ela gritava, ligava a motosserra e saía correndo atrás dos´´voluntários-árvores´´, além de divertir o público do parque, que passava em frente à nossa tenda.

Não posso esquecer de citar a honra e satisfação de ter nossos diretores, Marcelo Furtado e Sérgio Leitão, participando junto conosco e revivendo o voluntariado, literalmente. Foi emocionante vê-los coletando assinaturas, conversando com as pessoas, como um de nós. No final das contas somos todos iguais, voluntários apaixonados pela causa. Aproveitei para ficar ao lado deles em algumas abordagens, pois é sempre muito bom ouvirmos “as vozes da experiência” no trabalho de campo com o público, com o cidadão.

No final da atividade, trabalho feito e bem realizado, desmontamos e armazenamos todo o material para o dia seguinte. O cansaço não nos tirou a satisfação - sem igual e que não tem preço - da alegria de ter realizado o bem, de ter engajado mais cidadãos e de ter, talvez, inspirado algumas mudanças de atitude, da qual tanto lutamos.


Nada é mais forte do que o coração de um voluntário.


Júnior Warne
Voluntário – Grupo São Paulo

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Florestas X Homem-Motosserra

O Greenpeace vai às ruas pedir aos brasileiros não deixarem que a motosserra operada pelos políticos em Brasília destrua as florestas do país.


Sobra de floresta dentro de propriedade rural na Amazônia. © Greenpeace / Rodrigo Baleia

Ativistas do Greenpeace contam a partir desse mês uma história de ataque às florestas do país, pedindo ajuda aos brasileiros para impedir um final trágico. A partir do final de semana dos dias 22 e 23 de maio, eles carregam para as ruas de oito capitais o Homem-Motosserra, paródia dos políticos que querem acabar com as matas ao alterar o Código Florestal.

O código, lei que protege as florestas brasileiras, considerada uma das mais avançadas do mundo, está sob a mira de deputados da bancada da motosserra. Esse grupo, com os olhos vidrados nas próximas eleições, tenta desfigurar a legislação em uma comissão especial apinhada por ruralistas. O relator, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), promete para o início do mês de junho a sua avaliação.

Os encontros acontecem sábados e domingos de maio e junho em Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo. Para cumprir a missão de impedir que as mudanças em nossa lei sejam negativas para o ambiente, pediremos novas assinaturas para uma petição que já reúne mais de 50 mil votos on-line e exige que o Congresso Nacional deixe nossas florestas em paz.

Peça para o Aldo Rebelo deixar as florestas em paz. E confira abaixo a agenda das atividades do Greenpeace nas oito cidades para o próximo fim de semana (em breve, atualizaremos com mais datas e horários):


Dia 22 de maio

Belo Horizonte: Praça Sete – 11h às 15h
Brasília: Parque da Cidade, próximo à Nicolândia - 13h30 à 17h30
Manaus: Av. Eduardo Ribeiro, próximo ao Teatro Amazonas – 7h30 às 11h
Porto Alegre: Parque da Redenção, Rua José Bonifácio, Box 10 – 9h às 12h
Recife: Praia de Boa Viagem, altura do Edifício Acaiaca – 10h à 13h
Rio de Janeiro: Lagoa Rodrigo de Freitas, Parque da Catacumba – 10h à 13h.
Salvador: Museu de Arte Moderna - 17h às 21h
São Paulo: Parque Villa-Lobos – 9h às 16h


Dia 23 de maio

Belo Horizonte: Parque Municipal – 11h às 14h
Brasília: Parque da Cidade – 10h às 14h
Manaus: Feira Av. Eduardo Ribeiro, próximo ao Carrefour - 8h à 12h
Porto Alegre: Usina do Gasômetro, R. Presidente João Goulart, 551, térreo – 15h às 18h
Recife: Zoológico, Praça Faria Neves, Dois Irmãos – 9h às 12h
Rio de Janeiro: praia de Copacabana, na Av. Atlântica com Djalma Ulrich – 10h às 13h
Salvador: Farol da Barra - 15h às 19h
São Paulo: Parque Villa-Lobos – 9h às 16h

segunda-feira, 26 de abril de 2010


Testemunho de uma ativista

Por Monique Tayla

Na última terça-feira, 20, cerca de 30 ativistas protestavam em frente ao prédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o intuito era chamar a atenção (e quem sabe impedir) o leilão que definiu o consórcio que construirá a usina de Belo Monte. No primeiro momento me senti em uma ação secreta, estilo espiões! Mas tive total confiança, para confirmar minha presença por telefone, quando a Rosi, coordenadora do grupo, me ligou no sábado a noite.

Fiquei impressionada com a assistência que o Greenpeace deu para os ativistas ao desenvolver de toda atividade, isso me passou total segurança, já que foi minha primeira "ação direta", senti que por pior que a situação pudesse chegar, eu estaria amparada por toda equipe. Parabéns mesmo, a segurança é essencial quando estamos no meio de uma ação, já que vamos preparados para o pior. Além disso, ver 350 policiais ao seu redor assusta um pouco... Para mim, as cinco horas de atividade passaram voando, quando me acorrentei estava preparada, física e psicologicamente, para umas 12h de "chá de chão”.

Foi bem pacifista, como toda atividade do Greenpeace, porém, infelizmente não conseguimos impedir o leilão. Mas me confortei pelo fato de termos atingido a mídia e assim, levar informação para população. A atuação do Madalena foi show, decidido e determinado. O contato com outros ativistas também foi muito bom, conheci uma galera de atitude e opinião!

Conversei com um amigo, que trabalha no meio do Amazonas estudando mamíferos aquáticos, e ele me falou que já é visível os impactos da destruição da floresta, tanto para fauna, quanto para população que não está sendo respeitada! Por isso e por tantas outras coisas, o protesto contra Belo Monte não pode parar. A cada dia, mais e mais pessoas abraçaram a causa!

A experiência de participar de uma ação como essa, me acrescentou muito como pessoa, valeu Rosi! Como sempre o Greenpeace me surpreendeu!!!



segunda-feira, 19 de abril de 2010

Um dia de música, alegria e defesa ao meio ambiente

Sábado, dia 17 de abril, foi o encontro de defesa do meio ambiente, teatro e música. Os voluntários de São Paulo foram à Associação Comunitária Clave de Sol, uma organização não governamental, localizada em Itapecerica da Serra, que oferece gratuitamente oportunidades culturais, educativas e de lazer para crianças e jovens de famílias em situação de vulnerabilidade social.

Os voluntários levaram ainda mais arte às crianças e jovens, seja através do teatro com a peça "O mar tem que estar para peixe", que entreteu as crianças que se divertiram com a Tutuzinha e o Tartarugo, e também através da arte de pintura na face com os clows Massaroka e Jujuba.
O pessoal do Greenpeace ainda foi presenteado com a música de Eva (flauta doce) e Mariana (violino), voluntárias que vieram da Alemanha para ensinar as crianças. Mariana é também voluntária do Greenpeace em seu país, e foi a responsável pelo convite ao grupo São Paulo.
As crianças também tocaram percussão, junto ao professor que conduzia os garotos inclusive na coreografia da dança.
Uma manhã de alegria, arte, interação e muita musicalidade.


Karen Francis

domingo, 18 de abril de 2010

Trabalho voluntário, um trabalho sério, um estilo de vida!

Por Taís González

Os motivos que levam ao trabalho voluntário baseiam-se, entre outros, em dois componentes fundamentais: o de cunho pessoal – quando a pessoa doa seu tempo e esforço como resposta a uma inquietação interior, resultando na prática voluntária –, e por razões ideológicas, éticas ou morais – que levam as pessoas a sentir os problemas e necessidades dos outros como seus, a querer fazer algo para melhorar a sociedade, mudar as coisas, transformar o mundo. Foram estes os sentimentos que impulsionaram a jovem alemã Marianne Siebrecht, de 21 anos, ao voluntariado não só em seu país, mas em terras brasileiras.



Confira a entrevista de Marianne, mais conhecida como Mari, ao grupo de voluntários do Greenpeace de São Paulo, em visita à ONG Clave de Sol, Itapecerica da Serra, SP.

Greenpeace – Há quanto tempo é voluntária do Greenpeace? Como conheceu a organização?
Marianne – Já são quase quatro anos. Meus pais sempre foram colaboradores da instituição e foi assim que a conheci. Desde pequena, eles me ensinaram sobre a importância da preservação ambiental e tudo aquilo que aprendi foi essencial para despertar a vontade de fazer alguma coisa, mudar a realidade, ajudar o Planeta e tentar passar às pessoas um pouco mais de informação.

Green - Como é o voluntariado do Greenpeace na Alemanha?
Mari – O Green está presente em 90 cidades e cada grupo tem mais ou menos 25 pessoas. Temos grupos de voluntários para crianças, adolescentes, adultos e para idosos. Em algumas cidades, os grupos são bem divididos, mas não na minha, em Kassel, sempre trabalhamos. Como a interação é fundamental no voluntariado na Alemanha, todo ano há uma reunião com todos os voluntários e com todas as pessoas que trabalham na organização. Além disso, promovemos o desenvolvimento humano e voluntário, por esse motivo estamos reciclando os ‘voluntas’ com cursos e palestras.

Green - Você pretende ser uma ativista?
Mari - Sim, penso em fazer o curso de ativismo que o Greenpeace oferece, já que lá, é o voluntário quem escolhe se que ser um ativista ou não. Talvez não para fazer escaladas, mas para ajudar de outras maneiras. Existem aquelas pessoas que sobem nas torres e aquelas que ficam no solo e todos são importantes!

Green - O que fortalece e o que enfraquece seu compromisso voluntário?
Mari - Conversar com as pessoas. Isso sempre fortalecerá meu trabalho voluntário, mas também me deixa triste. Perceber que existem pessoas que não se abrem às informações e não querem saber o que temos para falar... É muito triste. No entanto, é muito bom quando alguém deixa um obrigado, um abraço, ou uma fala motivadora, como por exemplo, o trabalho que você realiza é admirável, isso é reconhecer todo o seu esforço em mudar as coisas e em ajudar o Planeta.

Green - O voluntariado acrescenta em seu desenvolvimento humano?
Mari - Nossa, nunca pensei nesse sentido... Mas, a realidade é que eu aprendo muito. Aprendo a aceitar novos conhecimentos, novas opiniões e novas coisas, a ser mais compreensiva e mais paciente. Eu me sinto muito bem em fazer o que eu faço e de estar aqui.

Green - Você está no Brasil há oito meses, porém, não pelo Greenpeace. Quais são as organizações que você participa hoje e qual o trabalho realiza?
Mari - Além do Green, faço parte de um projeto, iniciado há três anos, pelo governo alemão. A ONG Freunde Erziehungskunst Rudol Steiner trabalha no mundo todo, principalmente em países pobres, com a proposta de difundir a antropologia e ajudar no estudo e no desenvolvimento cultural de crianças, jovens e adultos. Eles sugerem algumas instituições e o que elas precisam. Vim para a Clave de Sol ensinar inglês e violino.

Green – Qual o recado que você deixa para as pessoas que desejam fazer alguma coisa pelo Planeta ou que queiiram realizar algum trabalho voluntário?
Mari – Precisamos de muitas pessoas trabalhando por um ideal comum. Juntos, podemos modificar a nossa realidade e o nosso mundo. O mais importante é buscar informações e a internet oferece muitas possibilidades de conhecimento. Para as pessoas que não tem tempo, ajudar com doações é a melhor opção, já que as nossas atividades e ações precisam de verbas. Mas, nada substitui o trabalho voluntário presencial e é por ele que se deve começar. O ser humano se desenvolve com a ajuda efetiva e isso é impagável. Venha conhecer o nosso grupo de voluntários!

“No caminho do voluntariado, aqueles que se entregam pela metade logo estarão exauridos, qualquer esforço os cansa. Os que se entregam por inteiro mantêm-se na linha sob o impulso da profunda vitalidade.” Alberto Hurtado.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Primeiro treinamento! E algumas coisinhas a mais...
Por Taís González

No último domingo, 28, foi dia de começar a preparação para um ano que promete muitas atividades na luta de um Planeta mais verde. Vida de voluntário não é fácil, e às 10h estávamos todos empolgadíssimos em saber as “boas novas”, neste caso, as “más” dos oceanos, já que o nosso primeiro treinamento foi referente à campanha de Oceanos do Greenpeace.

Bom, mas antes de tudo, começamos com um bom dia - revigoroso – do diretor de campanhas, Sérgio Leitão. Além de conversar com os voluntários deu um parecer sobre algumas questões do Greenpeace. Nossa coordenadora, Rosi Ventura, depois de seus avisos passou a vez para Márcio Selva, que foi durante um tempo assistente da Leandra Gonçalves, coordenadora dessa campanha.

Após uma elucidação sobre a situação dos oceanos hoje, no Brasil e no mundo, Selva separou o grupo em três subgrupos que tinham a missão de sugerirem algumas propostas para os principais problemas dos mares atualmente: gestão pesqueira; áreas marinhas protegidas e proteção de baleias e espécies emblemáticas. Ao final os grupos apresentaram suas ideias e sugestões para os temas. O resultado foi bastante satisfatório e proveitoso.


Como o Código Florestal está em alta e também na nossa pauta do domingo, houve discussões sobre este tema e a entrega das camisetas, que ficaram prontas. E como não poderia deixar de ser, bem ao estilo Greenpeace: provocadora e tipicamente brasileira. A luta pela preservação florestal é uma das prioridades neste semestre, aguardem por nossas novidades e atividades! Continuamos na luta, Salvar o Planeta. É agora ou agora!