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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Greenpeace participa da 33ª Feira de Artes da Vila Madalena, com o tema: "A VILA É FICHA LIMPA"


Taís González

Os voluntários do Greenpeace participarão, pela segunda vez consecutiva, da Feira de Artes da Vila Madalena, que chega a sua 33ª edição. Com uma bem humorada cutucada na política nacional, o tema é "A VILA É FICHA LIMPA", no cruzamento das ruas Wizard com Fradique Coutinho, a partir das 9h.

Com a sua tradicional barraca verde, O Green estará presente com mais de 20 voluntários que explicarão para o público como as Energias Renováveis podem fazer parte do cotidiano das pessoas e sobre a importância da substituição do atual modelo energético para este, limpo e sustentável.

Para ilustrar, o Greenpeace leva à Feira quatro bicicletas tipo ergométrica que, com o pedalo gera energia. O público poderá testá-la e dar as suas pedaladas, gerando energia! Além disso, filmes e vídeos da organização serão transmitidos e toda a energia consumida no evento será gerada por placas solares. Para animar as crianças, às 11.30h - horário a confirmar -, haverá apresentação teatral com o tema de oceanos!

Serviço:
Feira de Artes da Vila Madalena
Onde – Esquina da ruas: Wisard e Fradique Coutinho, próximo ao palco.
Quando - 15 de agosto de 2010 –
Horas - 9h às 18h
Grátis

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Junichi Sato e Toru Suzuki - Nós também defendemos a liberdade!

Junichi Sato e Toru Suzuki podem passar um ano e seis meses atrás das grades japonesas. O tempo de cadeia foi oficialmente pedido pela promotoria do caso conhecido como Tokyo Two, na última sessão do julgamento. Se de fato condenados, este será o maior tempo de prisão para membros da equipe do Greenpeace.

Os dois ativistas estão submetidos a um julgamento coberto de contradições e mentiras por terem denunciado esquema de contrabando ilegal de carne de baleia no Japão. Em 2008, graças à denúncia anônima de um funcionário aposentado da Kyodo Senpaku, empresa dona de uma das frotas de pesquisa com cetáceos no Japão, começava uma investigação minuciosa sobre a venda da carne no mercado negro, com anuência da Agência Governamental de Pesca e do Instituto de Pesquisa de Cetáceos, órgão responsável por regular a caça científica.

O resultado da investigação comprovava o contrabando, mas o resultado passou longe do esperado. Um inquérito chegou a ser aberto, e arquivado e, pouco tempo depois, a denúncia foi distorcida. Começava aí um julgamento por roubo e invasão de propriedade contra os ativistas.

Durante o período, foram indas e vindas à Corte do país, que ouviu declarações contraditórias da tripulação do navio de onde a carne foi interceptada. Ora assumindo o contrabando, ora negando, ou mesmo dizendo não se recordar do assunto, as testemunhas deram ampla prova do caráter político e corrupto do julgamento.

Apesar do Conselho das Nações Unidas para Direitos Humanos ter condenado abertamente o julgamento e, principalmente, a prisão arbitrária por 26 dias a qual os dois ativistas foram submetidos no início do processo, a promotoria insiste em mais 18 meses de cadeia para Junichi e Toru.

“O que fizemos foi simplesmente expor a corrupção na indústria baleeira. Não roubamos a caixa da qual interceptamos a carne, pois não tínhamos interesse privado nela. Nossa atitude foi de interesse público”, afirmou Junichi Sato. “O que queremos hoje é garantir que a mensagem de que o governo japonês está pressionando dois ativistas que revelaram um crime dentro da indústria baleeira japonesa se espalhe pelo mundo”, complementa.
A sentença final do julgamento será lida no dia 06 de setembro.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Trabalho, suor, saudades...

Por Taís González

Um dia chuvoso, para a maioria das pessoas, significa também, dia triste. Porém, para o grupo de voluntários de São Paulo, essa foi uma realidade. A nossa primeira reunião do ano, realizada no dia 28 de fevereiro, na marquise do parque do Ibirapuera, foi a nossa última com nossa coordenadora nacional Maria Claudia Kohler, que por 3 anos coordenou o grupo de voluntários do Brasil.

Durante esse período Maria Claudia reestruturou o voluntariado na organização, mas foi além, criou novos grupos de “voluntas”, como somos conhecidos, pelas capitais do país. A evolução cíclica faz parte de nosso processo natural, entretanto, atitudes nunca serão substituídas. “Pessoas não são insubstituíveis, mas atos sim e a Maria Cláudia não será esquecida. Por suas atitudes e, principalmente, pela pessoa que é”, disse Rosi Ventura, coordenadora do grupo de voluntários de São Paulo.

Saudades à parte, a bola agora está com Pedro Torres, coordenador do grupo do Rio de Janeiro, e agora nacional e Marcio Selva, como assistente. O ano que começou com o projeto verão “De praia em praia”, promete muitas ações e atividades. Ainda temos um planeta para salvar.